O processo que apura as agressões sofridas pelo cão Orelha ganhou um novo capítulo nesta semana. A defesa do adolescente acusado de maltratar o animal apresentou à Justiça um vídeo que, segundo os advogados, coloca em dúvida a versão da acusação.
O vídeo apresentado
O material mostra o cão andando normalmente em horário posterior ao que teria ocorrido o episódio de violência. Para os defensores, essa gravação sugere que o animal não teria sofrido as lesões atribuídas ao jovem ou que, ao menos, não foi ele o responsável pelas agressões.
Argumentos da defesa
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O vídeo teria sido registrado por vizinhos e anexado ao processo.
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A defesa sustenta que a integridade física do animal após o suposto horário das agressões contradiz os laudos iniciais.
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Os advogados afirmam que há inconsistências nos depoimentos e pedem a reavaliação das provas.
Posição da acusação
O Ministério Público mantém a denúncia contra o adolescente, alegando que os indícios e testemunhos confirmam a prática de maus-tratos. Para os promotores, o vídeo não invalida os demais elementos já reunidos no inquérito.
Repercussão
O caso mobilizou entidades de proteção animal e moradores da região, que acompanham de perto o andamento do processo. Orelha, símbolo da luta contra maus-tratos, segue recebendo cuidados e apoio da comunidade.
