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PF apura pagamentos e ministros do STF avaliam inviabilidade de Toffoli como relator

Publicada em: 12/02/2026 11:43 -

A Polícia Federal entregou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, um relatório que aponta indícios de pagamentos ao ministro Dias Toffoli no âmbito das investigações sobre o Banco Master. O documento, com cerca de 200 páginas, reúne telefonemas entre Toffoli e o banqueiro Daniel Vorcaro, além de conversas sobre negócios ligados ao resort Tayayá, empreendimento da família do magistrado.

O relatório

  • A perícia realizada no celular de Vorcaro trouxe menções diretas a Toffoli.

  • Investigadores afirmam que o material tem potencial para “resetar a República”, tamanha a gravidade das informações.

  • Embora a PF não tenha pedido formalmente a suspeição, integrantes da Corte consideram que os elementos inviabilizam a permanência de Toffoli como relator do caso.

Reações

  • O gabinete de Toffoli divulgou nota afirmando que o pedido de suspeição da PF não tem legitimidade jurídica e se baseia em “ilações”.

  • O ministro admitiu sociedade em um resort no Paraná, mas negou ter recebido pagamentos de Vorcaro.

Próximos passos

O presidente do STF, Edson Fachin, deverá decidir se mantém ou afasta Toffoli da relatoria do inquérito. Nos bastidores, ministros avaliam que a situação do colega é insustentável, diante da repercussão das apurações e da necessidade de preservar a credibilidade da Corte.

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